Depois de Sua morte e ressurreição Jesus ainda permaneceu durante alguns dias dando as últimas instruções aos Seus discípulos. Ao ascender ao céu, deixou não apenas uma esperança, mas a certeza de que voltaria a este mundo, para concluir a Sua obra de redenção, de restauração da humanidade e do retorno da mesma ao primeiro domínio, como antes do pecado, de plena comunhão com Deus e do direito à vida eterna.
A partir de então a mensagem de Sua volta passou a ser a grande esperança de Seus seguidores. Esta mensagem, fundamento da igreja primitiva, foi sendo esquecida à medida em que a igreja se institucionalizava e, deixando a pureza apostólica original, permitia que princípios mundanos e pagãos dela fizessem parte.
Com o passar dos séculos, a mensagem da volta de Jesus foi diluída no tempo até perder-se completamente na grande apostasia papal dos séculos medievais. Somente no século dezenove esta mensagem foi redescoberta , ao terem as pessoas novamente o direito de acesso às Sagradas Escrituras. Ao serem estas estudadas, não poderia ficar oculta a bendita promessa de Jesus, centro de nossa milenar esperança e ponto focal da Bíblia Sagrada.
A expressão utilizada pela igreja de Roma para referir-se à volta de Jesus é o seu original grego, que representava a vinda ou visita de um rei a determinado lugar, cercada de solenidade e grande pompa. O Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa assim conceitua esta palavra: Parúsia [do grego parousía] = volta gloriosa de Jesus Cristo, no final dos tempos, para estar presente ao Juízo Final .
Muitas pessoas ou igrejas, não acreditando no real cumprimento desta promessa, transferem-na para um futuro distante, remoto, intangível. Não é este o nosso caso. Este estudo procura demonstrar através de bases sólidas, bíblicas e históricas, que esta bendita promessa está prestes a cumprir-se, talvez nos nossos dias, ainda nesta geração. É nosso propósito mostrar as promessas, sinais, a forma e os resultados deste faustoso evento, centro dos anseios dos cristãos e solução de todos os problemas da humanidade.
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terça-feira, 1 de agosto de 2006
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